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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Uesc lança livros sobre a Doença de Alzheimer

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) lançou pela sua editora (Editus) dois livros sobre a Doença de Alzheimer, com base nas pesquisas das professoras Joelma Batista Tebaldi Pinto, Evani Pedreira dos Santos e Raimunda Silva d’Alencar, do Núcleo de Estudos do Envelhecimento da instituição.

Os livros ‘Conhecendo a Doença de Alzheimer - uma contribuição para familiares e cuidadores’ e ‘Alzheimer - Manual do Cuidador: situações e cuidados práticos do cotidiano’ têm como foco duas vertentes: a doença como uma questão de saúde pública e o entendimento dessa enfermidade pelo próprio doente e a família.

As pesquisas desenvolvidas mostram que, apesar da população idosa em nossa sociedade crescer em ritmo acelerado, há um desconhecimento amplo sobre a Doença de Alzheimer como uma das enfermidades que acometem o idoso. “Enquanto a esperança de vida cresce de forma acentuada, a sociedade não pode esquecer que processos crônicos e degenerativos se manifestam com maior frequência, aumentando o grau de incapacidade e afetando a independência a longo prazo”, dizem as pesquisadoras.

O estudo revela que “os principais agentes envolvidos no envelhecimento tanto podem retardar o processo como podem acelerá-lo, daí a importância de mantê-los sob controle. Um dos passos para alcançar a longevidade é pensar, não na possibilidade de ficar doente, mas na necessidade de manter o organismo saudável”, explicam Joelma e Evani.

Ainda segundo as pesquisadoras, “deve-se tirar o foco da prevenção dos males e direcioná-lo para a preservação da saúde. Para aumentar a expectativa de vida, sabe-se, hoje, que não basta evitar doenças”.

Outro ponto importante do trabalho das pesquisadoras do núcleo - implantado em 1997 - é que “é preciso lembrar a importância do diagnóstico precoce para ajudar o doente e a família a entender o processo evolutivo da doença, que sobrecarrega a todos os envolvidos, em especial os cuidadores. A precocidade do diagnóstico também facilita o planejamento dos recursos assistenciais, considerando que é uma questão de saúde pública”. 

Fonte: Política Livre 

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Filhos que abandonam pais podem ser punidos

Um projeto de lei que está em tramitação na Câmara prevê punição para filhos que abandonam pais idosos. Segundo a lei, filho que abandonar afetivamente os pais terão que pagar indenização por danos morais. A situação de idosos que praticamente não são visitados em azilos chamou a atenção para o projeto.

Segundo psicólogos, o carinho e atenção da família ajudam a amenizar e até reduzir ocorrência de doenças nos idosos. Geralmente os pais são mandados pelos filhos para lares e azilos alegando não ter tempo para cuidar e dar maior atenção aos idosos.

Fonte: iBahia

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Salvador é eleita a cidade que menos respeita idosos em teste do "Fantástico"

A última edição do Fantástico, a revista eletrônica das noites de domingo da Rede Globo, fez um teste em quatro capitais brasileiras (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador) para ver em qual cidade os idosos são mais respeitados na hora de utilizar o transporte coletivo. Segundo o Estatuto do Idoso, pelo menos 10% dos assentos em trens, ônibus ou metrôs devem ser reservados para pessoas com mais de 60 anos. O resultado revelou que os baianos têm o pior desempenho no quesito "ceder o lugar para os idosos em ônibus e trens".

Em Salvador, a equipe do Fantástico acompanhou Seu Manoel dos Santos, um aposentado de 83 anos que sofreu com o pouco caso e a falta de bom senso dos passageiros nos trens soteropolitanos. O aviso de assento reservado não estava em lugar algum, e ninguém se mexeu. “Só teve uma criatura que me cedeu lugar e as outras ficaram espiando, sem nada fazer”, conta.

Nos ônibus, foi um tal de colocar a mão no rosto e olhar pela janela. Seu Manoel teve que criar coragem para pedir por uma gentileza, que na verdade é seu direito. Sentou em apenas três das cinco viagens. Na contagem final, Seu Manoel só conseguiu que oferecessem um lugar para ele em apenas quatro dos dez trajetos feitos nos trens e ônibus.
 
Esse resultado é mais um indício alarmante de que o Brasil não está se preparando como deve para um dado que, em breve, será uma realidade: daqui a 20 anos, a população de idosos no país vai ser maior do que a de jovens adultos. De cada quatro brasileiros, um terá mais de 65 anos. O Estatuto do Idoso, criado em 2003 pelo Congresso Nacional, representou um importante passo, mas é preciso pôr em prática mais ações efetivas que beneficiem a qualidade de vida dessa parcela da população.

Clique aqui para ver a matéria completa.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Direitos dos idosos


O Brasil, que era considerado um país jovem, hoje tem cerca de mais de 13 milhões de pessoas idosas que representam 8% da população. Há de se observar que a população, não somente no Brasil, mas em todo o mundo, está ficando mais velha.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), por volta do ano de 2025, pela primeira vez, haverá mais idosos que crianças no planeta Terra. Já o Brasil será o sexto país do mundo com o maior número de pessoas idosas. Isso nos leva a crer que é necessário que sejam adotadas políticas sociais que preparem a sociedade, de uma maneira em geral, para essa real mudança da pirâmide populacional.

Os idosos têm direitos à vida, ao respeito, ao atendimento de suas necessidades básicas, à saúde, à educação, à moradia, à justiça, ao transporte, ao lazer, ao esporte e deveres como qualquer cidadão brasileiro. Juntamente com o crescimento populacional dessa faixa etária, há um crescimento dos maus tratos, da violência física e psicológica, principalmente da parte dos seus familiares. Já é tempo de mudar essa situação tão lamentável em que se encontram os nossos idosos, que já serviram tanto o nosso país.

O Estatuto do Idoso institui penas severas para quem desrespeitar ou abandonar cidadãos da terceira idade. A partir daí, vemos que é de grande importância implantar uma casa de apoio no nosso Estado para aqueles que se encontram em situação de risco.

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