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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Nova liminar autoriza o tráfego de caminhões na área urbana de Salvador

Caminhões voltaram a circular nessa terça-feira, 28, na área urbana do município de Salvador, após concessão da liminar que suspende o decreto responsável por instituir as regras de circulação de veículos de carga e tratores na capital. A liminar, obtida pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas da Bahia (Setceb), foi concedida na segunda-feira, pela juíza Mariana Varjão Alves Evangelista, do Juízo de Direito da 8ª Vara da Fazenda Pública. 

Fonte: A Tarde

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Caminhada do Dia Mundial do Coração altera trânsito da Barra nesse domingo

A realização da caminhada em comemoração ao Dia Mundial do Coração, neste domingo, 26, provoca alterações no trânsito do bairro da Barra, em Salvador. Segundo informou a Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador), o tráfego de veículos será interditado, entre 0h e 13h, no entorno do Largo do Farol da Barra e Avenida Oceânica, entre o Largo do Farol e a Rua Airosa Galvão. 

 Os veículos que circulam pelo local, no sentido Barra/Centro, terão como opção de tráfego a avenida Oceânica, Rua José Sátiro de Oliveira, avenida Centenário e Ruas Augusto Frederico Schimidt, Maceió, Recife e Marquês de Caravelas. Já no sentido oposto, do Centro para a Barra, os veículos terão como opção a avenida 7 de setembro, Largo do Chame-Chame, avenida Centenário, Rua Airosa Galvão, avenida Oceânica e Ruas Barão de Itapuã, César Zama, Marquês de Caravelas e Miguel Bournier. 

De acordo com a Transalvador, o acesso aos residentes ou domiciliados nas vias interditadas só será permitido mediante comprovação de endereço através do documento do veículo ou contas de telefone, água e energia elétrica. O órgão informou que o tráfego será normalizado tão logo as condições locais permitam.

Fonte: A Tarde

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Banhistas reclamam da falta de estrutura

Com a demolição das barracas de praia, os banhistas soteropolitanos que foram curtir o fim de semana de sol nas praias passaram por situações incômodas muito mais relevantes do que a falta de peixe frito ou cerveja gelada. O primeiro fim de semana sem as cabanas deixou milhares de pessoas sem ter para onde recorrer na hora do aperto, pois a orla da capital não possui estrutura de banheiros públicos com capacidade para atender à população. Foi o que reclamou o cobrador de ônibus Genilson Vieira. “Tem que andar uma légua, ficou péssimo”, afirma. Para substituir as mesas e cadeiras dos antigos estabelecimentos, ambulantes alugaram os itens por R$ 3 a unidade, como a garçonete da antiga barraca Oxumaré, Elinalva Carvalho, no Farol da Barra, que além das cadeiras, tentava atrair os banhistas com um isopor para vender bebidas. “Sábado consegui vender duas caixas de latão, mas na barraca eram de 10 a 20 grades”, lamenta. No entanto, para o antigo gerente da barraca Paradiso, em Praia do Flamengo, Wellington Paixão, o movimento foi satisfatório. “O dinheiro está mil vezes melhor. Os grandões é que não vão querer queimar o pé na praia”, alertou.

Fonte: Bahia Notícias

Obra da Fonte deve começar em 40 dias


Se nenhum problema jurídico aparecer no caminho, em até 40 dias começará a obra da Arena Fonte Nova. A previsão, dada pelo presidente da Fonte Nova Negócios e Participações S.A., Dênio Cidreira, depende da liberação do alvará de construção emitido pela Sucom. De acordo com ele, o alvará já foi solicitado e foi apresentada à Sucom uma avaliação de impacto ambiental, concluída há cerca de um mês, que contempla o Estudo do Impacto de Vizinhança (EIV). “Se for preciso, faremos qualquer adequação. Estamos seguindo todas as questões legais”, disse. Sobre a falta de estudos de mobilidade, Cidreira ressaltou que a mobilidade no entorno da nova arena é de responsabilidade do poder público. O projeto, segundo ele, é flexível para ser adaptado ao que o governo apresentar como obras de melhoria da acessibilidade na região. 

Fonte: Bahia Notícias

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Moradores ansiosos pela implosão da Fonte Nova

Foi na porta do Estádio Otávio Mangabeira, a Fonte Nova, que Antonio Miranda, 34 anos, construiu sua primeira e humilde casa. O barraco era apertado, mas tinha a vantagem de abrigá-lo da chuva e do frio. “Era minha suíte, tinha um quarto e um banheiro só. Mas era ótimo viver lá”, conta ele, morador da área há cerca de 20 anos.

Nos bons tempos, ele rememora com saudade, os “barões” – modo de se referir às pessoas mais abastadas da região – passavam e deixavam com ele e seus amigos comida e roupas. “A Fonte Nova eu considero como minha casa”, diz.

Agora que mora embaixo de um viaduto próximo ao estádio que será implodido no próximo domingo, Antonio, que trabalha lavando carros, sonha com um novo lar, ainda indefinido. “Já até aluguei um quarto em Nazaré para morar com minha mulher e meu filho, de seis anos”, revela.

Morador de rua desde os oito anos, o catador de papéis Josevaldo Nascimento, 27, conta que os últimos tempos têm sido difíceis para quem vive perto da Fonte Nova. Segundo ele, não raro as kombis aparecem no meio da noite, recolhem os moradores e os abandonam em diversos pontos da BR-324. Recentemente, Josevaldo ganhou uma casa na comunidade de Barro Duro, nas proximidades da Ceasa, onde a prefeitura construiu habitações.

Sob o viaduto da Ladeira Fonte da Pedras, em Nazaré, lavadores de carro trabalham tranquilamente com suas espumas e baldes d´água. “Aqui o povo da prefeitura só veio perguntar há quanto tempo a gente está aqui e quanto ganhamos por mês. Ninguém falou nada de sairmos daqui”, revela o lavador Marcio Almeida, 28 anos. Ele diz que a única coisa de que foram avisados foi de que vão passar um domingo sem trabalhar por causa da implosão da Fonte Nova e, na segunda-feira, poderão retornar à atividade normalmente.

Poucos metros depois, sob o viaduto, uma lona preta quase imperceptível à distância esconde o lar improvisado de Edmundo Bezerra, 47 anos, conhecido nas redondezas como “seu Edmundo”. Lá dentro, a umidade impera, e não há como ficar de pé, já que a “casa“ é da altura de uma pessoa sentada, por ter como base dois gelos baianos. É ali que ele, com um cobertor fino, se abriga da chuva que cai. “Tenho tuberculose, e mesmo assim me mandaram sair daqui. Ninguém liga para morador de rua não, sempre vem gente da prefeitura dizer que vamos ter que ir embora”, conta ele.

Segundo informações da assessoria de comunicação da Coordenadoria de Defesa Civil (Codesal), que está responsável pela retirada dos moradores do entorno da Fonte Nova, os moradores estão sendo informados sobre a implosão e, em caso de necessidade, fiquem até a total liberação da área próxima ao estádio.

Fonte: A Tarde

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Quem fizer xixi na rua será preso, diz prefeito

Em entrevista ao *Correio, o prefeito de Salvador, João Henrique, disse que uma das medidas do choque de ordem, que vem instalando na cidade, é prender também aqueles que usarem a rua como banheiro. O prefeito diz se inspirar no que já acontece na cidade do Rio de Janeiro, onde mais de 400 pessoas já foram presas pela má ação.

Apesar de pretender instalar a ordem, João Henrique declarou que vai precisar de ajuda do estado e da União para que a medida seja efetivada. 'Aqui só se respeita quem tem arma na cintura', disse ao se referir à dificuldade de que a guarda municipal imponha a disciplina aos mal habituados.

Fonte: iBahia

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