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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Segunda edição do mundial Bahia Bodyboarding Show chega hoje a Salvador

Importante competição para a decisão do título mundial, o Bahia Bodyboarding Show acontece, pelo segundo ano consecutivo, na Praia de Armação, em Salvador, desta terça-feira (21) ao próximo sábado (25). O Circuito Mundial de Bodyboard acaba de passar pela Europa e chega a Salvador trazendo os melhores atletas do planeta.

Com categorias masculinas e femininas, no total serão oferecidos US$35.000, sendo US$20.000 para homens e US$15.000 para mulheres. Além de mais 1000 pontos nos rankings mundiais para ambos os gêneros. O mundial da Bahia será uma das últimas oportunidades para que os atletas consigam melhores resultados em eventos internacionais, antes do desfecho do tour, que será em dezembro, nas Ilhas Canárias.

Campeonato reunirá os melhores atletas do planeta. Na foto, o competidor Douglas Machado

O evento traz infraestrutura com quiosques para a imprensa e atletas, centro técnico, além de palco amplo, camarote vip, lounge, bares e sanitários químicos. Para a segunda edição da competição na Bahia, os organizadores contam com o apoio da Polícia Militar (terrestre e marítima) e da Guarda Municipal de Salvador. Para atendimentos médicos emergenciais, haverá um serviço de saúde que dispõe até de uma UTI Móvel de plantão. A equipe de profissionais contratados, entre organização, produção e execução, conta com cerca de 400 pessoas.

No sábado, dia 25, último dia de evento, um show com atração internacional encerra o campeonato. O cantor britânico Geoffrey Chambers, vocalista da banda Dread in Brasil, se apresenta às 17h em um show gratuito nas areias da praia de Armação junto com ManoPretos e Diamba. Filho de jamaicanos, Geoffrey apresentará o reggae de seu novo álbum Loveshine, que traz influências em outros ritmos como jazz, rock, funk e hip hop.

Fonte: Correio 

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Jogos Universitários começam sábado

Os Jogos Universitários da Bahia terão início nesse sábado, 4, e seguirão até a quinta-feira, 9, em Salvador. Além de definir os campeões locais, a competição escolherá os representantes baianos que irão competir a Olimpíada Universitária Nacional (JUBS 2010), em Santa Catarina.

Nesta etapa baiana, serão realizadas disputas de futsal, basquete, vôlei, handebol, natação, judô e xadrez. O torneio com mais equipes inscritas é o de futsal masculino, que contará com: Faculdade Social da Bahia, FTC, Ruy Barbosa, Dois de Julho, UESB (Itabuna), Ages, Uesb (Jequié), Uesb (Vitória da Conquista), Faculdade da Cidade e UEFS.

Fonte: iBahia

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Mães incentivam filhos a praticar esporte

Segundo o dicionário, esporte é o "conjunto de exercícios físicos que se apresentam sob a forma de jogos individuais ou coletivos, cuja prática obedece a certas regras precisas e sem fim utilitário imediato". Pois para as mães da Boca do Rio, o esporte, em especial o karatê, representa uma possibilidade de futuro melhor para seus filhos.

É o que pensa Maria Nilza Lima, mãe de Marcos Vinícius Lima, 11 anos, que há seis meses faz aulas de karatê. “É melhor estar na aula do que estar na rua. Conheço a escola e os profissionais. Aqui estamos seguros”, disse. Jucilene Barbosa, mãe de Yuri Barbosa, 6 anos, há dois meses no karatê, acredita que “só de tirar meu filho da rua, já me sinto melhor” e acrescenta: “nos dias em que tem aula, ele fica na expectativa de vir para escola”. Já Ana Paula Alves, mãe de Igor Alves, 11 anos, há cinco meses no curso, aliou o gosto pelo esporte do filho ao desejo de “tirá-lo do mau caminho” e ao objetivo de que Igor se enturmasse e se comunicasse melhor.

Sob orientação do assessor Édson Bonfim, o curso é oferecido em uma escola estadual do bairro, com apoio do Deputado Ivo de Assis, há três anos. Tempo suficiente para que o professor de karatê observasse a dedicação e o aproveitamento dos alunos que passaram em suas turmas. "Aqui, vejo mudança de comportamento, acompanho o crescimento físico e observo o interesse pelos estudos aumentar", conta. Inclusive, Rosimary Soares, mãe de Robert Soares, 10 anos, explica que, por motivos diversos, precisou tirar o filho do curso meses atrás, mas voltou atrás quando o garoto melhorou na escola. “Ele dizia que sentia falta das aulas e prometeu se dedicar mais aos estudos. Foi a maneira que encontrei de ocupar a mente dele com algo produtivo – e é algo de que ele gosta”, explica.

As mães também percebem essas mudanças e, por isso, incentivam os filhos a seguir adiante. Ana Paula Santos, mãe de Luan Campos, 9 anos, três anos de karatê, relata que o filho “era muito agressivo, brigava muito e que, por isso, ouvia muita reclamação da escola”. O garoto, que desde os seis anos freqüenta o curso, “está mais esforçado, as notas estão melhores”, narra, contente, a mãe. Vanuzia Ramos, mãe de Leonardo Davi, 8 anos, ressalta que, nesse um ano e meio em que o filho faz karatê “ele passou a se alimentar bem devido ao esporte – especialmente em dia de aula”. Luciana Sacramento, mãe de Wildson Luan, 6 anos, buscou uma maneira de ajudar o desenvolvimento do filho, já que “antes, ele era muito disperso. Agora, ele presta mais atenção e é mais cuidadoso”, constata a mãe que, há um ano e meio, acompanha o filho às aulas.

E não são só as mães que percebem as mudanças. Antony Carlos, 17 anos, que há cinco anos é aluno de Édson, é hoje monitor do curso e avalia a maneira como os mais jovens chegam ao curso: “alguns entram muito agitados e violentos, mas ficam mais tranqüilos com o passar do tempo”. Antony soube do projeto através do pai de um colega e relembra que “nem gostava muito de karatê”. “Eu também era muito traquinão e respondão. O esporte me ensinou a respeitar mais as pessoas, a ter uma postura mais séria e a melhorar minha educação”, pondera o jovem karateca.

O projeto desenvolvido pelo professor Édson funciona voluntariamente, nenhum aluno paga mensalidade, apenas o kimono – o que é ideal para a maioria das famílias. “Minha filha é apaixonada por esportes e eu acho que essa atividade a deixa mais responsável e atenta. No entanto, não tenho condições de pagar aula para ela”, expõe Antônia Lúcia dos Santos, mãe de Verônica Isabel Santos, 14 anos, uma das garotas que há seis meses freqüenta as aulas. Sílvia Azevedo, mãe de Guilherme Melo, 7 anos, faz coro: “meu filho está muito entusiasmado com o curso e, para mim, que não posso pagar, é o ideal”.

Confira o registro fotográfico da entrega do diploma de graduação que marcou o exame de faixa dos alunos (a Federação Baiana de Karatê acompanha o progresso dos alunos):

















 


Premiados, capoeiristas miram jogos euporeus

Depois de ganharem medalhas no 6º Campeonato Mundial de Capoeira, atletas da Associação de Capoeira Engenho, localizada em Vila de Abrantes, se preparam para jogos europeus de 2011. Segundo Antônio Marcos Reis, o 'Mestre Grandão', a previsão é de que a nova competição ocorra na França, no mês de junho ou julho.

O professor Edson Moura, o 'Baianinho', ficou com a 2ª colocação no Mundial de Capoeira. Já o Mestre Grandão conquistou o 3º lugar. A copoeirista Luciana de Freitas, 'Professora Girassol', foi a 3ª colocada da categoria principal feminina.

Essa foi a primeira vez que a Associação Engenho participou do evento, que aconteceu nas universidades Veiga de Almeida e na Federal do Rio de Janeiro. O encontro contou com 540 atletas de 15 países.

Fonte: iBahia

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

São Paulo é excluída de material sobre sedes da Copa

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, foi contundente nesta terça-feira ao falar sobre a indefinição de um estádio em São Paulo para a Copa do Mundo de 2014. Ao ser indagado sobre o porquê de uma ilustração com apenas 11 estádios num folder apresentado pelo Comitê Organizador da Copa (COL), que tratava do sistema de acompanhamento de obras nas arenas, o dirigente deixou seu recado. "São Paulo, hoje, não é uma das sedes da Copa", afirmou. Em seguida, manteve o discurso. "São Paulo não tem estádio. Para ser sede, tem de indicar um local".

Em vários momentos da entrevista, Teixeira deixou clara a preocupação com a participação da maior cidade do Brasil no Mundial. "O tempo vai passando e essa é uma questão que não se resolve tão facilmente". Mas, depois de alguns minutos, pareceu mais cauteloso e otimista. "Tenho a convicção de que o problema será resolvido. A Fifa imagina que a abertura tenha de ser feita com uma grande festa em São Paulo".

Na conversa com técnicos do COL, no entanto, Teixeira reiterou que, numa medida extrema e de muita agilidade, um novo estádio (para abrigar a abertura ou encerramento da Copa, com capacidade mínima de 65 mil pessoas) levaria no mínimo dois anos e meio para ser construído. "Foi assim, por exemplo, com o de Cape Town (Cidade do Cabo, na África do Sul). Em ritmo veloz e fora do comum, levou 30 meses para ser erguido".

Ainda sobre a representação de São Paulo em 2014, Teixeira afirmou que espera para as próximas semanas uma decisão do comitê paulista sobre o papel da cidade na Copa. "Temos de saber o que São Paulo quer exatamente. Se for para ter uma participação secundária, no que eu não acredito, pela importância e grandeza do Estado, bastaria um estádio para 40 mil pessoas, que pode ser construído em um ano e meio".

Fonte: A Tarde Online

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