sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Mães incentivam filhos a praticar esporte

Segundo o dicionário, esporte é o "conjunto de exercícios físicos que se apresentam sob a forma de jogos individuais ou coletivos, cuja prática obedece a certas regras precisas e sem fim utilitário imediato". Pois para as mães da Boca do Rio, o esporte, em especial o karatê, representa uma possibilidade de futuro melhor para seus filhos.

É o que pensa Maria Nilza Lima, mãe de Marcos Vinícius Lima, 11 anos, que há seis meses faz aulas de karatê. “É melhor estar na aula do que estar na rua. Conheço a escola e os profissionais. Aqui estamos seguros”, disse. Jucilene Barbosa, mãe de Yuri Barbosa, 6 anos, há dois meses no karatê, acredita que “só de tirar meu filho da rua, já me sinto melhor” e acrescenta: “nos dias em que tem aula, ele fica na expectativa de vir para escola”. Já Ana Paula Alves, mãe de Igor Alves, 11 anos, há cinco meses no curso, aliou o gosto pelo esporte do filho ao desejo de “tirá-lo do mau caminho” e ao objetivo de que Igor se enturmasse e se comunicasse melhor.

Sob orientação do assessor Édson Bonfim, o curso é oferecido em uma escola estadual do bairro, com apoio do Deputado Ivo de Assis, há três anos. Tempo suficiente para que o professor de karatê observasse a dedicação e o aproveitamento dos alunos que passaram em suas turmas. "Aqui, vejo mudança de comportamento, acompanho o crescimento físico e observo o interesse pelos estudos aumentar", conta. Inclusive, Rosimary Soares, mãe de Robert Soares, 10 anos, explica que, por motivos diversos, precisou tirar o filho do curso meses atrás, mas voltou atrás quando o garoto melhorou na escola. “Ele dizia que sentia falta das aulas e prometeu se dedicar mais aos estudos. Foi a maneira que encontrei de ocupar a mente dele com algo produtivo – e é algo de que ele gosta”, explica.

As mães também percebem essas mudanças e, por isso, incentivam os filhos a seguir adiante. Ana Paula Santos, mãe de Luan Campos, 9 anos, três anos de karatê, relata que o filho “era muito agressivo, brigava muito e que, por isso, ouvia muita reclamação da escola”. O garoto, que desde os seis anos freqüenta o curso, “está mais esforçado, as notas estão melhores”, narra, contente, a mãe. Vanuzia Ramos, mãe de Leonardo Davi, 8 anos, ressalta que, nesse um ano e meio em que o filho faz karatê “ele passou a se alimentar bem devido ao esporte – especialmente em dia de aula”. Luciana Sacramento, mãe de Wildson Luan, 6 anos, buscou uma maneira de ajudar o desenvolvimento do filho, já que “antes, ele era muito disperso. Agora, ele presta mais atenção e é mais cuidadoso”, constata a mãe que, há um ano e meio, acompanha o filho às aulas.

E não são só as mães que percebem as mudanças. Antony Carlos, 17 anos, que há cinco anos é aluno de Édson, é hoje monitor do curso e avalia a maneira como os mais jovens chegam ao curso: “alguns entram muito agitados e violentos, mas ficam mais tranqüilos com o passar do tempo”. Antony soube do projeto através do pai de um colega e relembra que “nem gostava muito de karatê”. “Eu também era muito traquinão e respondão. O esporte me ensinou a respeitar mais as pessoas, a ter uma postura mais séria e a melhorar minha educação”, pondera o jovem karateca.

O projeto desenvolvido pelo professor Édson funciona voluntariamente, nenhum aluno paga mensalidade, apenas o kimono – o que é ideal para a maioria das famílias. “Minha filha é apaixonada por esportes e eu acho que essa atividade a deixa mais responsável e atenta. No entanto, não tenho condições de pagar aula para ela”, expõe Antônia Lúcia dos Santos, mãe de Verônica Isabel Santos, 14 anos, uma das garotas que há seis meses freqüenta as aulas. Sílvia Azevedo, mãe de Guilherme Melo, 7 anos, faz coro: “meu filho está muito entusiasmado com o curso e, para mim, que não posso pagar, é o ideal”.

Confira o registro fotográfico da entrega do diploma de graduação que marcou o exame de faixa dos alunos (a Federação Baiana de Karatê acompanha o progresso dos alunos):

















 


CEF paga idenização por descumprir lei

Uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF) de Pernambuco foi obrigada a pagar indenização por dano moral no valor de R$ 1 mil a uma cliente que não foi atendida no tempo máximo de 30 minutos estabelecido para as agências bancárias na Lei Municipal 4.434/2005. A cliente ficou mais de três horas na fila. Cabe recurso. Aqui em Salvador, a lei prevê que o atendimento seja feito em no máximo 15 minutos.

Fonte: Bahia Notícias

Projeto de lazer vai à Amaralina e Ogunjá

Localidades do Nordeste de Amaralina e do Vale do Ogunjá serão beneficiadas com o Programa Ruas de Lazer, da Prefeitura de Salvador. O evento, que acontece no sábado (28) e domingo (29), terá atividades recreativas, incluindo competições de voleibol, futsal, basquetebol e dominó, além de pintura e cama elástica.

No Nordeste de Amaralina, as atividades acontecem no Campo do Areal, e no Vale do Ogunjá são realizadas na Vila Viver Melhor. O evento é uma promoção do Serviço Integrado de Atendimento Regional de Brotas (Siga-Brotas), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Lazer.

Fonte: iBahia

Premiados, capoeiristas miram jogos euporeus

Depois de ganharem medalhas no 6º Campeonato Mundial de Capoeira, atletas da Associação de Capoeira Engenho, localizada em Vila de Abrantes, se preparam para jogos europeus de 2011. Segundo Antônio Marcos Reis, o 'Mestre Grandão', a previsão é de que a nova competição ocorra na França, no mês de junho ou julho.

O professor Edson Moura, o 'Baianinho', ficou com a 2ª colocação no Mundial de Capoeira. Já o Mestre Grandão conquistou o 3º lugar. A copoeirista Luciana de Freitas, 'Professora Girassol', foi a 3ª colocada da categoria principal feminina.

Essa foi a primeira vez que a Associação Engenho participou do evento, que aconteceu nas universidades Veiga de Almeida e na Federal do Rio de Janeiro. O encontro contou com 540 atletas de 15 países.

Fonte: iBahia

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

TSE garante às pessoas com deficiência autonomia, independência e liberdade para fazer as próprias escolhas

Há um ano, em 25 de agosto de 2009, os eleitores portadores de necessidades especiais brasileiros foram presenteados com a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, assinada em Nova York. Este tratado, que versa sobre direitos fundamentais, foi aprovado pelo Congresso Nacional e integra os direitos e garantias individuais inscritos em nossa Constituição Federal de 1988.

Ao considerar que as pessoas com deficiência devem ter a oportunidade de participar ativamente das decisões relativas a programas e políticas, inclusive aos que lhes dizem respeito diretamente, o governo brasileiro atribuiu a este documento internacional o status de norma constitucional. Portanto, os portadores de necessidades especiais agora têm seus direito assegurados pela própria Constituição brasileira.

Por sua vez, o Tribunal Superior Eleitoral tratou de garantir aos eleitores portadores de deficiências o pleno exercício do direito ao voto. A resolução 23.218/2010 apresenta dois artigos que visam auxiliar na superação das barreiras impostas pela deficiência.

Auxilio de pessoa de confiança
No artigo 51 é garantido ao eleitor portador de necessidades especiais o auxílio de pessoa de sua confiança para votar, ainda que não o tenha requerido antecipadamente ao juiz eleitoral. A pessoa que prestar o auxílio poderá, além de entrar na cabina de votação, junto com o eleitor, digitar os números na urna.

Recursos auxiliares
Sistema de áudio, identificação em braile e a marca de identificação da tecla 5 são recursos auxiliares que a Justiça eleitoral coloca a favor dos eleitores que possuem deficiência visual, conforme o artigo 52 da resolução.

Seções especiais
Em 2002, o TSE editou a resolução 21.008/2002 que determinou a criação de seções eleitorais especiais destinadas a eleitores portadores de deficiência. Segundo a resolução, estas seções devem ser instaladas em locais de fácil acesso, com estacionamento próximo e instalações, inclusive sanitárias, que atendam às normas da ABNT.

Os eleitores que desejam votar nestas seções especiais tiveram até o dia 5 de maio para solicitar a transferência. Entretanto, os eleitores portadores de deficiência que votarão em seções não adaptadas podem informar sua condição ao mesário de sua seção e solicitar auxílio.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Prefeitura lança concurso de redação

A Prefeitura Municipal de Salvador lança, nesta quinta-feira (26), um concurso de redação para alunos da rede municipal de ensino. Qualidade de Vida para Pessoas com Doença Falciforme é o tema dos textos que serão escritos pelos alunos concorrentes. O concurso faz parte da Campanha dos 100 Anos do Diagnóstico da Doença Falciforme, lançada nacionalmente no mês de junho.

Com o concurso, pretende-se levar a discussão sobre a doença falciforme para as escolas e famílias dos estudantes. O lançamento do concurso aconteceu às 9h, no Auditório do Anexo II da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult), no Engenho Velho de Brotas.

Fonte: iBahia

Prefeitura propõe equipamentos provisórios para comércio na orla

Uma bolsa-auxílio e a instalação de equipamentos provisórios nas praias de Salvador podem ser as soluções emergenciais encontradas para diminuir a aflição dos cerca de três mil comerciantes que tiveram as barracas demolidas nos três últimos dias. A proposta será apresentada nesta quinta-feira, 26, pela prefeitura ao Governo Federal, que irá analisá-la e dar posicionamento no dia 8 de setembro.

Na quarta, 25, o prefeito João Henrique se reuniu com representantes da Secretaria do Patrimônio da União, do governo do Estado, do Ministério Público Federal e da Procuradoria da União da Bahia para discutir o assunto. Ele solicitou que os recursos para o auxílio, de valor não revelado, partam do Governo Federal. “O Governo Federal ainda vai nos responder se tem previsão orçamentária para isso”, declarou.

Já os equipamentos provisórios seriam instalados em harmonia com o meio ambiente e utilizados pelos comerciantes para geração de renda enquanto ocorre a discussão do projeto de revitalização da orla. A concretização do projeto dependerá da decisão de seis órgãos, entre federais e estaduais: Iphan, Ibama, Ministério Público Federal (MPF), Patrimônio da União, Advocacia Geral da União e Governo da Bahia. “A proposta é que comerciantes se instalem provisoriamente até que o projeto definitivo da orla seja analisado pelos órgãos”, disse.

O último projeto, elaborado pela Fundação Mário Leal, ligada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Meio Ambiente (Sedham), previa a instalação de 266 barracas nos calçadões e no canteiro central da orla da Avenida Octávio Mangabeira, mas foi devolvido à prefeitura pela Justiça, em 2009.

Uma comissão técnica encontrou irregularidades, como a ausência de propostas para coleta de lixo e de ligação com a rede de esgoto. “Não houve rejeição. Houve uma vontade de maior participação sobretudo do ponto de vista ambiental. A Justiça fez algumas ponderações”, afirmou o prefeito.

João Henrique espera que a audiência pública com a 13ª Vara Federal, que ordenou a demolição das barracas, aconteça no dia 16 de setembro, conforme foi anunciada e em seguida adiada por conta das férias da juíza Karin Weh de Medeiros, substituta de Carlos D‘Ávila Teixeira.

Fonte: A Tarde

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